Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Código ahj7k9aek8
Amigo da França, de Lamartine, de Victor Hugo, de Júlio Verne e de Pasteur, dom Pedro II era um homem das letras e das ciências e lamentava que sua origem o impedisse de ser educador ou professor de faculdade.
Católico, porém filho de um grão-mestre da maçonaria brasileira, trabalhou pela coexistência fraterna entre católicos e maçons, atraindo contra si a ira da Santa Sé.
Também esforçou-se para a união política dentro de seu governo, pois apreciava pouco as divisões partidárias.
A abolição da escravidão, doença, imensa lassidão, oposição dos católicos ultramontanos, rejeição pelas classes dirigentes à sua herdeira Isabel, oposição do Exército a um monarca excessivamente pacífico foram algumas das justificativas para sua destituição e exílio, porém nunca perdeu o prestígio e o respeito de seu país.
Quando morreu em Paris, em 1891, a Terceira República Francesa dedicou-lhe um funeral solene e seu corpo foi mais tarde repatriado ao Brasil, nação para a qual se esforçou “por dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quase meio século em que desempenhou o cargo de chefe de Estado”, porém para a qual desejava “ardentes votos por sua grandeza e prosperidade”.
| Editora | Maquinaria Editorial |
| Título | O imperador republicano |
| Subtítulo | Uma concisa e reveladora biografia de dom Pedro II |
| Autor | Gauthier, Guy |
| Número de páginas | 336 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 19.08.2021 |
| Idioma | Português, fre |
| Código do produto | ISBN-10 - 6588370156 GTIN-13 - 9786588370155 ISBN-13 - 9786588370155 |
| Peso do produto | 600.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 22.5 x 15.5 x 17.4 cm. |
| Sinopse | Amigo da França, de Lamartine, de Victor Hugo, de Júlio Verne e de Pasteur, dom Pedro II era um homem das letras e das ciências e lamentava que sua origem o impedisse de ser educador ou professor de faculdade. Católico, porém filho de um grão-mestre da maçonaria brasileira, trabalhou pela coexistência fraterna entre católicos e maçons, atraindo contra si a ira da Santa Sé. Também esforçou-se para a união política dentro de seu governo, pois apreciava pouco as divisões partidárias. A abolição da escravidão, doença, imensa lassidão, oposição dos católicos ultramontanos, rejeição pelas classes dirigentes à sua herdeira Isabel, oposição do Exército a um monarca excessivamente pacífico foram algumas das justificativas para sua destituição e exílio, porém nunca perdeu o prestígio e o respeito de seu país. Quando morreu em Paris, em 1891, a Terceira República Francesa dedicou-lhe um funeral solene e seu corpo foi mais tarde repatriado ao Brasil, nação para a qual se esforçou “por dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quase meio século em que desempenhou o cargo de chefe de Estado”, porém para a qual desejava “ardentes votos por sua grandeza e prosperidade”. |
| Título | Livro - O imperador republicano |
1 avaliação
1 comentário
1
0
0
0
0
Ana